Orientações: primeiras consultas

 

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Algumas dicas podem ser  sugestivas para que o atendimento  durante as primeiras consultas, aconteça de forma tranquila, vamos conhece-las?

• É COMUM as crianças chorarem nos primeiros contatos com o dentista, dessa forma, Não se inquiete se seu filho chorar.

O choro é uma reação normal da criança em situações desconhecidas ou temidas.

Não diga que seu filho não deve chorar, ele é pequeno e pode estar assustado. Respeite o temor dele. Trataremos de aliviá-lo e fazer com que perca naturalmente o medo.

• Não se inquiete, se a reação do seu for violenta; sem dúvida ele tem motivo. Sempre haverá um jeito de resolver o problema odontológico dele, existem técnicas que nós odontopediatras aprendemos para facilitar que a criança participe e se envolva na consulta , o que consequentemente diminui a sua ansiedade/choro.

• Nunca engane seu filho: diga que vai levá-lo ao dentista, ou seja, a verdade!

Faça-o compreender que ele vai visitar uma pessoa que o quer como amigo. Explique que o dentista, como o médico e o professor, são pessoas que se preocupam com a saúde dele. Esses profissionais estudaram para atendê-lo e empregam conhecimentos para proporciona-lhe bem estar.

• Se você prometeu dar algum presente para incentivar a boa conduta de seu filho, não inclua o dentista nessas promessas, pois isso seria prejudicial para o bom andamento dos serviços.

• Deixe a criança expressar sua curiosidade por tudo que há no consultório. O dentista terá prazer de explicar a ele e esclarecer suas dúvidas, mas lembre-se, somente o dentista pode oferecer tais esclarecimentos.

• Controle seus temores. Na presença de seu filho, evite relatar coisas desagradáveis e não permita que outras pessoas façam isso. Existem palavras que assustam e é necessário evitá-las. Evite falar de experiencias proprias desagradaveis ( se ja tiver acontecido alguma na sua infância)

• Ao acompanhar seu filho ao consultório, procure não interferir na conversa entre ele e o dentista.

A criança se confunde quando várias pessoas falam ou quando recebe indicações de vários lados, e ele pode não entender o que está sendo pedido. Evite que várias pessoas acompanhem seu filho à clínica odontopediátrica.

• Permita que seu filho se desenvolva só, seguramente ele conseguirá. O dentista está para ajudá-lo e solicitará a cooperação dos pais ou responsáveis, quando julgá-la necessária.

FONTE: *Klatchoian, DA, Toledo, AO. Aspectos psicológicos na clínica odontopediátrica in Odontopediatria, Fundamentos para a Prática Clínica, Toledo, 2012, p.63 a 83

 

 

Renata

<p>ODONTOPEDIATRA</p> <p>Graduação Faculdade de Odontologia do Planalto Central (FOPLAC) Brasília DF – 2010<br /> Especialização Odontopediatria na Faculdade São Leopoldo Mandic (SLM – Campinas)<br /> Pós Graduação: Curso de capacitação em Odontologia intrauterina e da Primeira infância – UNESP<br /> Curso de Odontologia na Primeira Infância-Clínica de bebês – USP São Paulo<br /> Aperfeiçoamento em Endodontia SLM SP<br /> Aperfeiçoamento em Ortodontia e Ortopedia na Clínica de Odontopediatria – SLM SP<br /> Curso Intensivo de Odontologia para Bebês – Universidade Estadual de Londrina UEL<br /> Aspectos Nutricionais no Atendimento Odontopediátrico – USP</p>