FLUOROSE DENTAL: A INGESTÃO EXCESSIVA DE FLÚOR NO PERÍODO DE FORMAÇÃO DOS DENTES PODE SER PREJUDICIAL PARA A SAÚDE BUCA

 

A fluorose dental são manchinhas nos dentes que podem variar de branca a marrom, a depender da sua intensidade, causadas pelo excesso de flúor durante a formação dos dentes
A fluorose dental são manchas noss dentes que podem variar de branca a marrom, a depender da sua intensidade, causadas pelo excesso de flúor durante a formação dos dentes

O sorriso de uma criança é tudo de bom. Para que ela cresça com dentes fortes e bonitos é necessário que os pais ajudem a praticar bons hábitos higiênicos. Isso inclui o flúor como componente importante para fortificar os dentes. Porém, a quantidade de flúor precisa ser controlada para evitar futuros problemas, como a fluorose dental. “Um distúrbio na formação dentária que se manifesta principalmente pela alteração de cor do esmalte”, afirma a odontopediatra Simone Rocha.

UM PROBLEMA QUE CAUSA MANCHINHAS NOS DENTES

A fluorose é uma complicação que ocorre pela ingestão excessiva ou prolongada de flúor durante o período de formação dos primeiros dentes, isso quer dizer, desde o nascimento da criança até os cinco anos de idade. “As manchas variam de esbranquiçadas a amarronzadas dependendo do grau de severidade, ocorrendo geralmente de forma simétrica na dentição”, explica. Muitos fatores acabam contribuindo para o aparecimento da fluorose, como a própria água que bebemos. Simone alerta que o abastecimento de muitas cidades contém flúor em sua composição. Isso contribui para a diminuição de cárie da população, mas ao mesmo tempo pode tornar um risco.

AS CRIANÇAS CRESCEM, MAS O PROBLEMA NÃO SOME

E não pense que a fluorose vai desaparecer quando os pequenos alcançarem uma certa idade, muito pelo contrário. “Vai acometer principalmente a dentição permanente e por ser um distúrbio de desenvolvimento dentário, ou seja, ele ocorre na formação da estrutura dentária, as manchas não desaparecerão com o tempo”, atenta.

PARA QUE ISSO NÃO ACONTEÇA, OS PAIS PRECISAM ESTAR SEMPRE ALERTAS

A melhor forma de evitar este e qualquer problema bucal continua sendo a prevenção. Os pais precisam estar sempre atentos quanto à exposição de seus filhos ao flúor. Isso pode ser feito com atitudes bem simples. “Se informando se a água de abastecimento da sua cidade é fluoretada, se a fórmula infantil que a criança toma ou se a vitamina que o médico pediatra prescreveu contém flúor”. Com essas informações fica bem mais fácil o odontopediatra avaliar e orientar aos pais o uso de um creme dental próprio para a criança.

DE OLHO NA ESCOVAÇÃO DOS PEQUENOS

A maioria das crianças ainda não sabe cuspir quando terminam a higiene. “A escovação deve ser realizada pelos pais no mínimo até os cinco anos de idade. Quando a criança começar a pegar na escova, devem ser supervisionados pelos pais até completarem seis anos de idade e conseguirem cuspir completamente”. Assim o acúmulo de flúor nos dentes é evitado e seu filho tem menos chances de ter essa temida doença.

O CREME DENTAL FEITO PARA SEU FILHO

Nada de usar o mesmo creme dental dos adultos para a criança. Adquira produtos que possuam a quantidade ideal dessa substância para os menores, que você encontra na linha de cuidados bucais infantil. Além ter uma variedade de sabores deliciosos e refrescantes, eles ajudam a combater a placa bacteriana, evitando a formação de cárie com a dosagem correta de flúor.

 

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Renata

<p>ODONTOPEDIATRA</p> <p>Graduação Faculdade de Odontologia do Planalto Central (FOPLAC) Brasília DF – 2010<br /> Especialização Odontopediatria na Faculdade São Leopoldo Mandic (SLM – Campinas)<br /> Pós Graduação: Curso de capacitação em Odontologia intrauterina e da Primeira infância – UNESP<br /> Curso de Odontologia na Primeira Infância-Clínica de bebês – USP São Paulo<br /> Aperfeiçoamento em Endodontia SLM SP<br /> Aperfeiçoamento em Ortodontia e Ortopedia na Clínica de Odontopediatria – SLM SP<br /> Curso Intensivo de Odontologia para Bebês – Universidade Estadual de Londrina UEL<br /> Aspectos Nutricionais no Atendimento Odontopediátrico – USP</p>